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Jeep
no campo, pic-nics, toiros e cavalos à solta, vinhos,
monumentos e comidas |
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Passeios
de Jeep |
25,00€
por pessoa |
O jipe é mais um jipinho e tem condutor e tudo. É
um Suzuki 1000 e leva-nos a todo o lado a conhecer as paisagens
extraordinárias deste cantinho do Ribatejo. Podemos
passar pela lezíria onde se vêm planícies
até ao horizonte, plantações de tomate,
milho, girassol, melão e melancia, couves ou cenouras
a perder de vista. Ou então passamos na charneca, onde
há montes e vales cheios de sobreiros, campos de pasto
por debaixo deles, ribeiros e pequenas albufeiras, rebanhos
de ovelhas e manadas de vacas ou cavalos. Ou ainda, podemos
tentar acompanhar o rio e ver as suas águas, ou a barragem
de Magos, no esplendor selvagem que ainda tem. Ou viajarmos
por entre os arrozais no paul. No fundo o jipinho permite-nos
passear, passear por sítios onde outros carros têm
mais dificuldade em passar. E quando se passeia vê-se,
e quando se vê sente-se.
Comidas
e Petiscos |
15,00€
[por pessoa] |
| Este
é um grande tema para descrever num pequeno capítulo.
É que temos tantas coisas boas para provar, comer
e petiscar!
Há
uns queijos que não se cortam, antes partem-se
à martelada. São curados em azeite e
mingam para mais de metade. O resultado disso é
que ficam pequenos, rijos “como cornos”
e uma lasca do tal queijo é forte o suficiente
para se comer um pão de quilo. Depois há
os pratos de peixe, começando pelo torricado
de bacalhau, que consiste em pão torrado em
azeite e acompanhado com bacalhau assado às
lascas, tudo com doses obscenas de alho, mas temos
também as enguias, que as há em ensopado,
caldeirada, fritas com arroz de feijão, em
escabeche, à lagareiro, ou ainda a formidável
açorda de sável, em que a açorda
é feita com as ovas do sável e este
é frito em postas tão fininhas que se
comem espinhas e tudo. Nas carnes, o melhor que vos
posso dizer é que há uma sopa que se
chama “de ossos” mas que é assim
como um cozido à portuguesa em sopa, mas para
melhor, porque tem, para além das carnes, feijão,
massa e hortelã. E, já que falamos de
sopas, a “sopa de pedra”, que começa
com uma pedra e água a ferver para, no fim,
conter chouriço, carnes várias, batata,
feijão, tomate, cominhos e sabe-se lá
que mais. Nos doces temos tigeladas com mel, fios
de ovos, barretes, pampilhos, broas de noz, broas
de azeite, eu sei lá!
E
os petiscos? Tripa e bucho, moleja, lamejinhas do
rio, camarão do rio, mas também ovos
mexidos com túberas ou espargos selvagens.
Querem saber o que é tudo isto e a que sabe?
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Vinhos,
Aguardentes e Licores |
15,00€
por pessoa |
O
Ribatejo foi conhecido por ter vinhos rudes, ásperos,
adstringentes, ácidos, pesados, enfim, verdadeiramente
o chamado “tintol”. Os vinhos do Cartaxo
foram bem exemplo disso durante décadas pela
sua produção abundante, a sua fraca
qualidade e a sua grande densidade, chegando a todo
o lado do “Grande Portugal” do Estado
Novo como vinho barato, mas outras cooperativas vinícolas
acompanharam o fenómeno.
No
entanto, hoje em dia, com um belíssimo trabalho
de enólogos e bons investimentos das casas
agrícolas, o Ribatejo tem finalmente excelentes
vinhos, de várias gamas e preços. As
castas predominantes são a Trincadeira, o Castelão
e a Touriga Nacional, mas há pérolas
com castas como Pinot Noir ou Fernão Pires.
Há aguardentes interessantes, a maior parte
de bagaço de uva, mas também destilações
de pêra ou figo. Completam-se com os licores,
de ginja, morango ou pêssego. A experiência
pode ser fascinante.
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Passeios
a Cavalo |
25,00€
por pessoa |
Pode-se
passear a pé, de carro ou de bicicleta, mas
nada se compara com um passeio a cavalo e quem o experimentou
sabe disso. Devagar, de passeio mesmo, passando pela
vila cumprimentando de cima quem passa, altaneiro
gingando o corpo no dorso do cavalo. Passando pelos
campos ou indo à beira das águas, seguindo
pelo verde dos pastos ou pelas barreiras da charneca,
os passeios a cavalo são sempre únicos.
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Pic-Nics |
20,00€
por pessoa |
Claro
que há formigas. As formigas são essenciais.
Mas um pic-nic não vive só de formigas
ou de toalhas aos quadrados, vive também de
quem os faz, do que se leva para se comer e ver e
provar, mas também do sítio que se escolhe,
do que se cheira, da forma como nos conseguimos integrar
na paisagem, na Natureza mesmo. Os melhores sítios
que conheço para os meus pic- nics têm
as sombras dos sobreiros, regatos que correm ao lado,
pequenas flores amarelas e brancas espalhadas no prado
verde e, claro, formigas.
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Visita
a coudelarias |
25,00€
por pessoa |
Salvaterra
de Magos é o concelho do país que mais
coudelarias tem dentro da sua área, o que é
espantoso para um concelho tão pequeno. A maior
parte das coudelarias dedicam-se ao cavalo lusitano
e alguns equinos foram destacados com prémios
em competições de dressage ou de equitação
do trabalho. Ainda, são feitos apuramentos
de características específicas, como
pelagens. Há uma feira anual que mostra alguns
espécimes de algumas coudelarias e que promove
um leilão de cavalos de qualidade.
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Visita
a ganadarias |
25,00€
por pessoa |
Podemos
gostar ou não de toiradas mas elas existem
e o Ribatejo é o seu espaço e território
por excelência. Porque a Festa Brava existe,
toiradas, largadas ou picarias, existem também
as ganadarias, onde são apurados os toiros
de lide pela sua bravura, robustez, compleição
ou capacidade de investir. Estes animais pastam livremente
em manadas de gado bravo e têm muito pouco contacto
com os humanos. São por isso selvagens e muito
territoriais, sendo unicamente manejados e tratados
pelos campinos. Estes, são profissionais especializados
neste tipo de gado e, contrariamente ao difundido,
não andam sempre trajados com farda festiva
com o barrete verde e encarnado, jaqueta e calção.
De qualquer forma é impressionante observar
o trabalho único destes homens.
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Visita
a monumentos |
20,00€
por pessoa |
Salvaterra
de Magos é uma terra cheia de história,
tendo foral concedido por D. Dinis em 1295. Mas muito
antes disso já por cá viviam pré-históricos,
conforme atestam os concheiros de Muge, os mais importantes
da Europa, dizem. Depois, foi construído um
palácio real, quer dizer, começou a
ser construído no século XVI e acabou
de ser construído em meados do século
XVIII, mas tinha uma ópera e tudo. Para além
deste divertimento real havia vastas coutadas de caça
onde eram aplicadas as artes da cestraria por falcões
criados na falcoaria do palácio. Esta, era
uma cópia de uma falcoaria holandesa, tornando-se
assim um monumento único na Europa e considerado
património nacional. Com invasões francesas,
fugas da corte para o Brasil, o terramoto de 1755
e mais uns quantos incêndios, o palácio
real acabou por desaparecer quase na sua totalidade
sendo vendidas as partes sobrantes em hasta pública
e posteriormente desmanteladas, pilhadas, transformadas
e perdidas para sempre. Restam hoje a falcoaria, que
foi recuperada, e a capela real, ambas classificadas
como património nacional. Também a chamada
Vala Real, um braço de água escavado
pelo homem e que ligava o rio, por aonde vinha a corte
de Lisboa, ao tal palácio. Hoje, em vez do
palácio, temos antes a marina de Salvaterra
nessa vala, sendo a mais abrigada da região.
A ligação de Salvaterra de Magos ao
rio aconteceu sempre ao longo da História.
Os pré-históricos viviam dele, os romanos
construíram um porto importante, no século
XIX e XX os produtos das terras do Ribatejo e Alentejo
embarcavam daqui para Lisboa.
Ainda
há histórias de aldeias que ficaram
mais ou menos isoladas desde o século XIV até
aos princípios do XX, ou de migrações
de pescadores do norte para aqui e que, aos poucos,
foram construindo aldeias palafitas nas margens do
rio. Ainda hoje se podem ver essas aldeias e os seus
barcos coloridos.
Mas
claro que a História não fica por aqui.
O período romano deixou pontes e estradas,
o período árabe deixou nomes e instrumentos,
o período medieval deixou mais pontes, igrejas
e capelas, o período renascentista deixou palacetes,
a República deixou uma aristocracia saudosa,
o Estado Novo deixou histórias de atropelos
às liberdades.
A
área de Salvaterra de Magos tem tudo isto.
Basta saber procurar e gostar de ouvir histórias. |
Turismo en Salvaterra de Magos, Ribatejo - Portugal
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| ©
casademagos 2009
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